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GIOVANI CARAMELLO,25 ANOS,ARTISTA HIPER-REALISTA BRASILEIRO DESTAQUE COMPARADO AO ASTRALIANO RON MUECK

Com obra mais madura, artista do ABC quer fugir da comparação com Ron Mueck

Comparado ao artista hiper-realista australiano Ron Mueck, o brasileiro Giovani Caramello, de apenas 25 anos, lança nesta sexta-feira (1º) uma nova exposição com cinco obras inéditas, na OMA Galeria, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.

Apesar da pouca idade, sua obra já mostra um amadurecimento em relação a outras exposições – realizadas em 2015, na OMA, e em 2014, no Museu de Santo André – e o artista prefere fugir de comparações com Ron Mueck.
"Eu não gosto nenhum pouco", diz Caramelo, rindo, em entrevista ao UOL. "O que eu mais quero é me distanciar dela, porque quando fazem a comparação, jogam seu trabalho lá no chão e acaba desvalorizando o artista. No começo foi interessante, as pessoas vinham ver as obras por causa disso. Mas a partir dai, quero fazer uma coisa diferente do dele", conta.
As diferenças já podem ser vistas nas novas obras, feitas em resina e não mais em silicone, com cabelos e olhos pintados, e não mais com fios reais. "Ela continua realista, mas não tem a pegada hiper-realista", comenta o artista, que levou seis meses na produção.
"É uma coisa mais conceitual, que transmite o que eu queria passar. Quando eu fazia testes em silicone, as pessoas comentavam sobre a técnica e nunca iam para a segunda camada, para saber o que a técnica está dizendo... Agora elas ficam olhando e se perguntam mesmo, começou um questionamento do que aquilo quer dizer", explica.




Obras inéditas de Giovani Caramello


Obra "Ascensão", de Giovani Caramello Imagem: Matheus Marinheiro
Para criar as obras, Giovani, que é autodidata, estuda anatomia, pega referências de fotos, desenhos que ele mesmo faz e modelos vivos. "Geralmente sempre começa com algum conceito por trás, depois eu vou pensando na forma, na pose e no tamanho da escultura".
Temas como apego, sofrimento e equilíbrio aparecem na exposição, que está montada como uma linha evolutiva. Ao final, o que o público vê é a obra "Ascensão", que mostra um homem olhando para o alto, quase levitando. "Ele está desprendido da coisa material, como se estivesse ascendendo mesmo", conta Caramello.
Em outro momento da mostra, é possível a escultura "Desdobramento" que, segundo Caramello, "dá ideia do autoconhecimento". Nela aparecem dois homens, um em frente ao outro, apoiados e equilibrados pela cabeça. Se um saísse, o outro cairia.
Mais maduro e consciente da sua produção, Caramello pretende continuar fortalecendo a personalidade de sua arte. Um dos planos é estudar modelagem e escultura na Itália, abandonando cada vez o trabalho com silicone do passado.
Serviço
1ª Exposição individual de Giovani Caramello, na OMA Galeria
Quando: Abertura dia 1º de abril, às 19h. Até 25 de maio de 2016
Horário: Visitação de terça a sexta, das 10h às 19h; aos sábados, das 10h às 14h
Onde: OMA Galeria - rua Carlos Gomes, 69, centro, São Bernardo do Campo (SP)
Quanto: Gratuito
Classificação livre
Mais informações: www.omagaleria.com


Fonte:http://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2016/04/01/com-obra-mais-madura-artista-do-abc-quer-fugir-da-comparacao-com-ron-mueck.htm#fotoNav=1





Jovem do ABC faz esculturas hiper-realistas e é comparado a Ron Mueck 18 fotos

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Escultura "Sozinho", de Giovani Caramello, artista de 24 anos de Santo André (SP) comparado ao australiano Ron MueckImagem: Junior Lago/UOL
Um adolescente franzino e triste, ao lado de um homem de cachecol e olhar distante, lembra muito as esculturas hiper-realistas de Ron Mueck.
Mas as obras não são do australiano que levou mais de 400 mil pessoas à Pinacoteca, em São Paulo, entre novembro de 2014 e fevereiro de 2015, e bateu o recorde de visitação do museu. São trabalhos do brasileiro Giovani Caramello, 24, artista de Santo André, região metropolitana de SP.
"Minha mãe [Luci Chicon Caramello] também é artista plástica. Desde pequeno ficava tentando imitá-la", diz ele na galeria OMA, no centro de São Bernardo do Campo, onde expõe oito trabalhos.
Primeiros moldes
Caramello conta que se dedicou ao desenho até o final do ensino médio. Ainda sem querer fazer faculdade, mas já sentindo necessidade de trabalhar, começou a criar animações em 3D. Em seguida, entrou em um curso de esculturas porque achou que ajudaria no trabalho, mas, depois disso, não conseguiu mais parar de pôr a mão na massa.
"Já gostava de Ron Mueck quando trabalhava com 3D, mas é caro e não há suporte no Brasil. Só que decidi que era isso o que eu queria e resolvi tentar." O artista explica que cada quilo do silicone que serve de matéria-prima para esse tipo de trabalho é importado por R$ 300. Por isso, se algumas esculturas de Mueck chegam a pesar 500 quilos, Caramello economiza, Usa em média meio quilo por obra, e por enquanto faz apenas as cabeças de silicone. Os corpos são feitos de resina, material mais barato.


Veja detalhes das obras de Giovani Caramello, o Ron Mueck do ABC


Autodidatismo
Caramello ainda não conhece outro escultor brasileiro hiper-realista e acredita que também não há muitos pelo mundo. "São apenas três ou quatro que se destacam". Além de Mueck, há o também australiano Sam Jinks, o britânico Jamie Salmon, o angolano Jorge Melício e o japonês Kazuhiro Tsuji.
O brasileiro conseguiu trocar alguns e-mails com Tsuji e Salmon, que lhe deram dicas de pintura e modelagem, mas os grandes professores do jovem são os DVDs e livros que estão sempre á mão dentro do seu ateliê, montado em sua casa. "São mais de dez livros só de anatomia. Tenho que estudar bastante a parte óssea e a musculatura para saber como o corpo reage a cada movimento, principalmente em poses mais contorcidas."
São horas de estudos e testes em meio a resina, silicone, tintas, moldes, livros e referências fotográficas para chegar a uma escultura com olhos, poros, pelos e rugas que parecem de verdade. No entanto, ele garante que a poesia e o conceito da obra são mais importantes que tudo isso.
Junior Lago/UOLNunca imaginei que fosse chegar a esse ponto, mas não penso muito nisso. É muita responsabilidade. Não me incomoda, mas acho que não faço jus à comparação ainda. Tenho que aprimorar modelagem, pintura e acabamento para chegar láGiovani Caramello, Sobre a comparação com Ron Mueck
Poesia e comparação com Mueck
A primeira obra de Caramello chama-se "Sozinho", um pré-adolescente de meio metro com sardas, olhos claros e aparência triste, vestido com uma capa preta do herói Batman. "É uma criança passando para a adolescência, que se sente triste e sozinha. Ele tem essa capa que simboliza a infância. Todas as obras que eu faço têm um lado mais poético, porque é isso que traz vida para a obra, mais que aparência. Pretendo transmitir isso mais claramente nas próximas esculturas."
Essa também é a intenção de Ron Mueck, que mais do que impressionar com a proximidade com o real, parece querer contar uma história com cada escultura, como a do casal gigante de idosos sob o guarda-sol, que fazem companhia um ao outro.
Caramello, no entanto, evita a comparação, não por se sentir incomodado, mas porque acredita que seu trabalho ainda não faz a jus a ela. "Nunca imaginei que fosse chegar a esse ponto, mas não penso muito nisso. É muita responsabilidade. Não me incomoda, mas acho que não faço jus à comparação ainda. Tenho que aprimorar  modelagem, pintura e acabamento para chegar lá."
Após mais de um ano de investimento e com uma forcinha pela comparação com Mueck, Caramello já vendeu uma de suas obras e agora trabalha em mais duas sob encomenda. Todas as suas obras estão à venda e custam entre R$ 1.500 e R$ 6 mil.
Mesmo já decidido que quer continuar se aprimorando na técnica, ainda não pensa em fazer faculdade. Quer partir para Londres em breve, onde deve fazer cursos específicos dessa técnica. Caramello, que só tem certeza de que quer continuar trabalhando com arte, reconhece que todas as suas obras são ligadas à introspecção, o que combina com sua timidez. Mas, apesar disso, admite querer que suas esculturas fiquem cada vez mais conhecidas. 
Serviço:
Giovanni Caramello
Quando: De segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 14h
Onde: Oma Galeria (Rua Carlos Gomes, 69 - São Bernardo do Campo)
Quanto: Grátis
Classificação: Livre
Mais informações: (11) 4128-9006
Flavio Florido/Junior Lago/UOL
"Sleeping Man", de Ron Mueck e "Oblívio", de Giovanni CaramelloFonte:http://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2015/03/17/autodidata-artista-brasileiro-de-24-anos-e-comparado-a-ron-mueck.htm

Apontado como o único escultor hiperrealista do Brasil, o jovem artista Giovani Caramello apresenta trabalhos de sua nova fase na segunda mostra individual que carrega seu nome. Após um ano de ausência, as obras, que fascinam em cada mínimo detalhe, voltam à tona na exposição em cartaz entre 1 de abril e 25 de maio na Oma Galeria, em São Bernardo do Campo, São Paulo.
Não, ele não está seguindo os passos de Ron Mueck, como muitos pensam ou associam. Suas influências, de maneira geral, são pintores como o realista Lucian Freud, o simbolista Gustav Klimt e o expressionista Egon Schiele. O talento de Mueck é reconhecido, é claro, mas Caramello segue seus próprios passos sem precisar viver às sombras de um outro alguém, porque ao contrário de suas peças, ele é real.
imagem_release_619264Foto © Matheus Marinheiro/divulgação
Mas desta vez, o artista autodidata nascido em Santo André distancia-se um pouco dos detalhes e do perfeccionismo, embora seja difícil de acreditar, até pela qualidade do que é apresentado. Deixando o silicone um pouco de lado, entrega-se literalmente ao novo e passa a usar outras matérias-primas. Com pouca experiência em resina, investiu neste material para compor as peças que focam na busca pelo autoconhecimento, a passagem de tempo e a morte, que sempre permearam seus trabalhos, agora mais maduros.
Segundo ele, a exposição foi pensada para que todos possam sair do que é superficial e então imergir no universo que é proposto. “A minha ideia é tirar a atenção da técnica e fazer as pessoas repararem mais na questão da obra em si. Nessa mostra este é o primeiro passo. Percebi que com o silicone vira uma coisa 100% contemplativa, a maioria das pessoas parava na primeira camada e não é o que eu quero”, contou ao Hypeness, enquanto tive a sorte de ver as obras antes da abertura oficial.
GiovaniCaramello-4Foto © Brunella Nunes
Durante um período de seis meses fez a produção, sendo que cada peça levava em torno de um mês e meio para ficar pronta. Apesar de não querer simular uma pessoa real, as esculturas continuam ricas em detalhes que impressionam. Com certa angústia, peso e leveza, cada uma delas sugere uma reflexão tão poética, atual e intensa quanto a dedicação do artista para elaborá-las. As emoções que pareciam se trancar nas esculturas anteriores ultrapassam as barreiras de tempo e é exatamente isso o que traz vida ao seu trabalho.
O artista afirma que, embora não tenha abandonado o silicone para fazer obras tão precisas, sente que deixar o perfeccionismo de lado só lhe fez bem. “Senti mais fluidez no processo criativo e consequentemente mais felicidade e satisfação. Sinto que aos poucos vou encontrando meu caminho”.
Para captar este olhar, filtrado e ao mesmo ampliado pela curadoria de Ananda Carvalho, não deixe de visitar a mostra e imergir dentro destes personagens cheios de paradoxos

As esculturas realistas de Giovani Caramello




Giovani Caramello é um jovem escultor brasileiro 
que teve o trabalho comparado com o australiano 
Ron Mueck.
Independente da semelhança é inegável o talento 
do artista de 24 anos para esculturas realistas. 
Autodidata, teve sua primeira exibição no Museu 
de Santo André Dr. Octaviano Armando Gaiarsa.
Suas obras apresentam figuras frágeis e solitárias 
e o artista costuma utilizar resina, fibra de vidro, 
silicone e tinta acrílica.
Com a ajuda de DVD e livros, Giovani estuda 
anatomia, procura referências fotográficas e 
faz diversos testes com matérias primas .
Confira!
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Acompanhe o trabalho do artista no Facebook
Fonte:http://www.zupi.com.br/
as-esculturas-realistas-de-giovani-caramello/

Giovani Caramello é o nome por trás das esculturas humanas tão realistas que ao mesmo tempo encantam e espantam. Com a idade inversamente proporcional a seu talento, Giovani, com apenas vinte e quatro anos, impressiona com suas obras hiper-realistas que retratam diversas emoções. Artista nascido em Santo André, SP, Giovani é autodidata e já é comparado a artistas como o consagrado Ron Mueck.
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Como a Notiluca fica pertinho da Oma Galeria, amigos que representam o Giovani, tivemos a oportunidade de bater um papo com ele, e você confere agora:
A primeira pergunta não poderia ser outra: Como você consegue?! Como aprendeu a criar esculturas com tal nível de realismo?
Giovani: Desde pequeno eu tenho contato com a arte, e acredito que isso me ajudou bastante. Como eu sempre gostei de desenhar observando fotos ou objetos, sem eu nem saber nessa brincadeira eu já estava praticando o meu olhar, a minha percepção. Quando comecei a estudar escultura, eu era péssimo… mas gostei muito do desafio e de trabalhar com a massa, então me aprofundei cada vez mais nisso, lendo livros, vendo videos de outros artistas, sempre procurando aprender novas técnicas e formas de melhorar meu trabalho. Ainda tenho um longo caminho e muito o que aprender para chegar no nível que eu gostaria, mas acredito que cada obra que faço é um exercício e um aprendizado, uma evolução constante.
Como e quando foi o seu primeiro contato com a arte?
G: Minha mãe é formada em Artes Plásticas, e quando eu era bem pequeno ela fazia pinturas a óleo, e eu lembro que isso me inspirava muito pra desenhar. Eu sempre fui aquele tipo de criança que ao invés de assistir a aula, ficava desenhando no caderno, apostila.. era a única coisa que eu gostava de fazer. E desde muito cedo eu já estava decidido que iria trabalhar com algo que envolvesse Arte.
Você cria esculturas hiper-realistas de pessoas. O que você sente ao produzi-las? O que você deseja transmitir com elas?
G: É uma mistura louca de sentimentos durante a produção. Sinto prazer em fazer o que gosto, ansiedade em terminar rápido, angústia em saber se realmente vou conseguir fazer o que estou imaginando.. mas no final acaba dando tudo certo e sinto muita felicidade em concluir mais uma obra. Meu objetivo é transmitir algum tipo de emoção pra quem vê a obra final, e de alguma forma trazer uma reflexão também. Minhas obras são muito introspectivas e acredito que isso faz as pessoas refletirem mais, analisarem mais a peça ao invés de bater o olho e ir para a próxima. Sinto muita felicidade em saber que de alguma forma estou tocando algumas pessoas com a minha arte.
De onde vem a inspiração para as esculturas que você cria? Você reproduz pessoas que você conhece/gosta?
G: Até agora as esculturas que fiz não são ninguém em específico, ninguém que exista de verdade. Mas muitas das idéias chegam quando estou observando alguém na rua, ou imaginando como seria o personagem de algum livro que estou lendo, coisas assim. No momento estou produzindo uma nova obra e estou usando meu priminho de referência, apesar de não estar fazendo ele em si, acredito que a essência é dele, acho isso muito legal.
Você acredita que a exposição do Ron Mueck no Brasil influenciou na aceitação e difusão do seu trabalho? Como você vê o mercado brasileiro de arte hiper-realista hoje?
G: Acredito que influenciou bastante sim. O fato da exposição do Mueck ter levado quase meio milhão de pessoas a Pinacoteca, faz com que as pessoas percebam que o tipo de arte que estou fazendo não é uma brincadeira, é um trabalho, uma vida. Acho que isso faz as pessoas valorizarem mais meu trabalho e acreditarem também. Felizmente percebo que o mercado brasileiro esta recebendo muito bem meus trabalhos, por outro lado não temos outros escultores hiper-realista no Brasil, acredito que seja um mercado novo por aqui. Mesmo fora do Brasil, são poucos que produzem esse tipo de arte.
E falando em Ron Mueck. Como você se sente sendo comparado ao colega mundialmente conhecido?
G: Me sinto feliz ao ser comparado com uma das minhas maiores referências, mas ao mesmo tempo sei que não estou nem perto do que ele faz tecnicamente. 
O que diria para quem deseja ser artista plástico? Qual sua dica para quem está começando nessa área?
G: Diria que ser artista plástico em qualquer parte do mundo é um desafio diário, mas muito prazeroso. É uma profissão que exige muito trabalho, ao contrário do que muita gente possa pensar. Acho que a melhor dica que posso dar é, se você realmente quer ser artista, faça acontecer. Não dependa de ninguém pra te ensinar uma técnica ou outra, simplesmente produza o que sua alma está pedindo pra colocar pra fora. O que vai te tornar um artista não é a qualidade de um desenho ou de uma escultura, e sim a mensagem que você está passando com isso, então esteja sempre produzindo e não tenha medo de mostrar. Divulgue bastante sua arte e uma hora as oportunidades vão começar a surgir.
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Abaixo você encontra algumas imagens de suas obras e também pode seguir o trabalho do Giovani em suas redes e site da Oma Galeria:
Facebook: https://www.facebook.com/giovanicaramello
Instagram: https://instagram.com/giovanicaramello
Oma Galeria: http://www.omagaleria.com
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Fonte:http://notiluca.com.br/
entrevista-giovani-caramello/

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